Compositor: Cezar Marques da Silva
Correntes frias percorrem sua pele
Ele respira o peso de passos antigos
Sombras se elevam em linhas nítidas
Eles o arrastam de volta
Estou a tentar superar o ruído mais uma vez
Um estranho em meus próprios restos mortais
Pote de morcegos, eles só dobram
O tempo escorre lentamente pelas paredes
Um vazio vivo passa por ele
Seus passos tremem, mas se mantêm firmes
A verdade o atinge aos poucos
Estou a tentar superar o ruído mais uma vez
Um estranho em meus próprios restos mortais
Pote de morcegos, eles só dobram
Ele se mexe e depois é arrastado?
Ele se mexe, e então é arrastado!
Ele se mexe e depois é arrastado?
Ele se mexe, e então é arrastado!
Estou a tentar superar o ruído mais uma vez
Um estranho em meus próprios restos mortais
Pote de morcegos, eles só dobram
Estou a tentar superar o ruído mais uma vez
Um estranho em meus próprios restos mortais
Pote de morcegos, eles só dobram